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Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brazil
-Estudante de Jornalismo! Sou aquela menina que corre riscos, que comete erros, e que aprende com a vida.Sou aquela menina que sonha.Aquela que ri e depois de minutos pode chorar, sou do tipo imprevisivel, neurótica.Sou aquela menina que lê livros dos mais diferentes tipos, que escuta todo tipo de musica e depois classifica.Sou aquela que vai do céu ao inferno em um piscar de olhos.Sou principalmente aquela menina com meus proprios objetivos, pois eu posso até pertencer ao mundo, mais as escolhar sou eu quem faço![fonte: Fernanda Brol] -Msn:nanda_fb15@hotmail.com -Orkut:http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7534384450354189704&rl=t

segunda-feira, 6 de setembro de 2010


 
O que realmente nos importa.
(Baseado no livro: O futuro da humanidade, Augusto Cury)




   A brilhante saga de Marco Polo nos leva a refletir o mundo em que vivemos. Damos tratamento adequado a essas pessoas, sejam elas desprovidas de poder aquisitivo, com problemas mentais ou físicos? No meu pensamento, acho que nossa atitude perante essas pessoas é "quase impensável”, automática e totalmente irracional, a atitude da distância. Muitas vezes pela falta de tempo não paramos para pensar qual são os fatores que levam essas pessoas, muitas vezes bem instruídas, a perambularem pelos vazios de sua consciência. "Quando somos abandonados pela sociedade, a solidão é superável, mas quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase insuportável", revela A. Cury, em uma de várias frases brilhantes nesse livro. Falcão era um mendigo que aos poucos foi se desenhando um brilhante pensador, onde Marco Polo a cada dia se revelava mais instigado a descobrir, quem é esse ser cheio de inteligência? Porque vive nessa situação? Porque fora abandonado pela família? E sua família? A cada página as perguntas fluem, e ao final da leitura nos damos conta, que na verdade somos seres muito incompletos, com pouca ou nenhuma visão do mundo, e julgamos essas pessoas sem conhecê-las realmente. Às vezes somos a única oportunidade de resgate, e deixamos escapar por sermos egoístas. Agora escrevendo este artigo, lembro-me de uma senhora que mora ao lado de uma farmácia, aqui no centro de minha cidade. Certo dia estava passando próximo a ela, conhecida como Dona Maria, pois há anos mora nas ruas, e ouvi um grito - Dona Maria, levanta teus pés, olha, olha não lhe darei mais calçados. O grito foi tão alto que algumas pessoas que a conheciam pararam para olhar onde estava Maria, inclusive eu, então me veio isto: Porque às vezes ao ajudar essas pessoas, cobramos "retribuição repetitiva", ou melhor, temos atos idiotas como este, para todo mundo saber que ajudamos aquela pessoa. Alguns seres humanos estão no caminho certo em ajudar, mais não entenderam bem o que é retribuir, ou melhor, desejam que a pessoa diga o tempo todo: Muito Obrigada! E assim vamos vivendo, e se todos, pelo menos ao caminhar na rua, observassem o que está acontecendo, perguntassem o porquê do mundo esta assim, talvez descobririam seus fantasmas interiores, e quem sabe, finalmente aprenderiam a respeitar o próximo, pois TODOS nós somos seres humanos, fantásticos e insubstituíveis. (Fernanda Brol)

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